Reportagem Final Regiões Lustosa 2017 - Grande Dia De Corridas Deixam Os Títulos Em

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Próxima Prova

2017 01.01.2018 08:00 18 Dias

INFORMAÇÃO

Reportagem Final Regiões Lustosa 2017 - Grande Dia De Corridas Deixam Os Títulos Em "Casa"

Com um formato de corridas que se repetia pelo segundo ano consecutivo, a Final das Regiões este ano apresentou a novidade de se realizarem treinos livres ainda na tarde de sábado para que os muitos pilotos presentes se ambientassem ao circuito. Seis regiões distintas representadas por três pilotos cada e vários individuais apresentavam-se motivados e com vontade de mostrar serviço de modo a se tornarem campeões regionais absolutos.

 

Depois dos treinos de sábado marcados pelas lesões de Luis Raposo e Henrique Benevides da equipa Açores que os impedia de revalidar o respetivo título coletivo, conforme já indicado em publicação anterior, do domínio exercido por Ricardo Aires nesta primeira tomada de conhecimento da pista e da boa prestação da restante equipa que os deixava motivados para as corridas do dia seguinte, chegava o dia das provas que, uma vez mais, iniciou com novas sessões de treinos. Nos treinos livres de domingo Ricardo Aires voltava a dominar o pelotão mas desta feita a concorrência conseguia chegar-se um pouco mais encabeçada por Jorge Leite em representação da equipa de Sintra e por Renato Silva pela formação da PentaControl. No entanto as emoções começariam a aquecer ainda mais nos treinos cronometrados que inicialmente foram dominados por Renato Silva e João Barros, dispostos a mostrar a todos os oponentes que não estavam dispostos a serem dominados na própria casa e que venderiam cara a derrota. Marco Silva, da equipa Ribatejo, ainda se acercou do duo nortenho no início da sessão mas foi mais perto do fim que a concorrência foi apertando ainda mais com Ricardo Aires a intrometer-se em segundo e Jorge Leite em quarto o que fazia com que os cinco primeiros colocados ficassem separados por menos de um segundo. Certamente um excelente prenúncio para as corridas da tarde com a promessa de um grande espetáculo. 

 

Retemperadas as forças após a hora do almoço chegava o momento da primeira batalha tão aguardada. Sempre importante, o arranque da primeira manga começou logo a mostrar quem poderia estar melhor para lutar pela vitória em termos individuais e coletivos, sendo a PentaControl a mais bem representada com os seus três pilotos a ocuparem lugares nos cinco primeiros. No entanto era Ricardo Aires quem saia na frente do pelotão mostrando ao que vinha, mas logo atrás de si seguia João Barros e Renato Silva que recuperava depressa desde quinto para se colocar em terceiro a pressionar os líderes. À medida que o tempo foi passando foi notório que Barros estava a sentir algumas dificuldades para acompanhar Aires o que permitiu ao piloto do Ribatejo um ligeiro ascendente inicial, acabando por ser mesmo Renato Silva a mover a perseguição a partir da sexta volta depois de ultrapassar o colega de equipa. Contudo as dificuldades de Barros não ficaram por aí pois duas voltas volvidas via também Jorge Leite passar por si a um ritmo muito elevado que o levariam ainda à luta pelo lugar intermédio do pódio com Renato Silva. E foi precisamente nesse posto que se centraram as atenções pois Aires tinha já uma pequena margem que conseguia manter até ao final enquanto que cabia a Leite as investidas por um melhor lugar que dariam frutos na última volta ao subir a segundo relegando o recruta da PentaControl para o terceiro posto. Já bastante afastado terminaria João Barros de uma forma descansada depois de não conseguir acompanhar o andamento dos pilotos da frente, levando a melhor sobre Marco Silva que subiu a quinto na quinta volta e parecia estar a aproximar-se dos pilotos que seguiam à sua frente, mas com o decorrer da prova acabou mesmo por ver o adversário ganhar vantagem tendo de se contentar com o quinto posto. Único representante dos Açores, Abel Carreiro começou muito bem esta prova ao arrancar nos lugares cimeiros, mas a diferença de ritmo para os oponentes foi notória e aos poucos viu-os ir embora o que o deixava ficar com a sexta marca de uma forma completamente relaxada e com tudo em aberto para as corridas seguintes. Mais empenhado teve de andar Dércio Gouveia para ser o sétimo colocado depois de ter o azar a acompanhá-lo no arranque com uma queda madrugadora que o deixava na cauda do pelotão, recuperando lugares após um forcing inicial muito forte que o levaram até ao lugar em que terminou logo à quarta volta por troca com Max Ferraz, o terceiro recruta da PentaControl que via o azar bater-lhe à porta com um furo na sua moto que o obrigava a baixar consideravelmente o ritmo e rolar até final para tentar obter o máximo de pontos possível para a respetiva equipa. Bastante animada foi também a luta que se viveu pelos lugares seguintes com vários pilotos a degladiarem entre si, acabando por levar a melhor Daniel Paiva que ocupou o oitavo lugar desde a quarta volta até ao término, ganhando algum avanço sobre a perseguição que foi quase sempre movida por Rui Ribeiro, o primeiro piloto particular a surgir na tabela classificativa, mas cuja tarefa foi tudo menos fácil pois logo atrás de si terminaria o segundo piloto da Madeira, Vitor Freitas, que saiu um pouco prejudicado com um mau arranque que o obrigava a ultrapassar vários adversários. Terminada que estava a primeira manga do dia era bem notório o equilíbrio vivido com a equipa de Sintra na liderança em termos coletivos trazendo atrás de si, a um ponto de distância apenas, as equipas da PentaControl e do Ribatejo.

 

Logo que a grelha de partida caiu para o início da segunda manga tudo levava a crer que a história seria muito idêntica à primeira pois Ricardo Aires voltava a sair na liderança levando na sua retaguarda os três recrutas da PentaControl e o melhor representante da equipa da Madeira. O desenrolar da prova em termos dos líderes foi-se repetindo com Aires a defender-se nas voltas inaugurais de João Barros e Renato Silva que, desta feita, não largavam o comandante na tentativa de subirem à liderança e assim lutarem até ao final pelas vitórias coletiva e individual. Esta pressão acabou por surtir efeito quando estávamos na quinta volta, embora não da forma mais desejada. Infelizmente Aires acabou por perder o controlo da sua moto numa das retas da pista sofrendo uma queda bastante violenta que o deixou inanimado por terra, tendo de ser observado pelo médico de prova e posteriormente evacuado pelos bombeiros para o hospital de forma a despistar qualquer problema grave. Felizmente mais tarde se confirmou que tudo não passou de um susto. Mas voltando à corrida, com a queda de Aires o comando das operações ficava entregue à armada PentaControl encabeçada por João Barros que trazia logo atrás de si Renato Silva e um pouco mais atrás o piloto da equipa de Sintra Jorge Leite. Tudo levava a crer que este trio iria andar junto durante toda a prova a lutar, no entanto aos poucos Barros e Silva foram-se distanciando entre si e do rival do sul do país, terminando os três de uma forma descansada e segura. Mais atrás dos líderes, depois de um excelente arranque, Dércio Gouveia seguia em quarto na tabela classificativa até que na quinta volta sofre uma saída de pista e consequente queda que o fizeram perder bastante tempo para os adversários, caindo na tabela até ao sexto posto em que rodaria praticamente até à bandeira de xadrez. Com o erro do madeirense o quarto lugar ficou assim entregue a Marco Silva que aí se manteve até ao término da corrida rodando completamente isolado do restante pelotão, subindo Abel Carreiro ao quinto posto depois de nesta manga ter realizado um mau arranque que o mantinha no meio do pelotão e que o forçava a imprimir um ritmo bastante forte e assim defender da melhor maneira as cores dos Açores. No entanto a história não terminou por aqui pois ao aproximarmo-nos do final começou a desenhar-se uma luta entre ilhas com Dércio Gouveia a recuperar tempo a Carreiro depois da queda sofrida conseguindo mesmo ultrapassar o seu adversário quando estávamos a apenas duas voltas de ser mostrada a bandeira de xadrez. Já bastante afastado concluiria outro representante madeirense, neste caso concreto Vitor Freitas, ele que no início rodava em décimo mas que aos poucos conseguiu ultrapassar alguns adversários para ser o sétimo adiante do terceiro piloto da PentaControl, Max Ferraz, que não conseguia capitalizar o bom arranque realizado. De facto, depois de estar incluido no top cinco na saida da primeira curva, o piloto da KTM era somente oitavo na primeira passagem pela linha de meta envolvendo-se em várias guerrilhas ao longo da prova, acabando mesmo por ser oitavo ao levar a melhor sobre um grupo de pilotos que na fase final da prova perdeu algum tempo e que acabou por ser encabeçado por Rui Ribeiro que seria o nono colocado. A encerrar o top 10, após uma prova com várias trocas de posição, concluiria Daniel Paiva em representação da formação de Sintra. Concluída a segunda manga, e já sem grandes percalços a registar, a PentaControl passava a liderar a tabela coletiva deixando a formação de Sintra a treze pontos de distância e a da Madeira com mais quatro de atraso. No entanto em termos individuais a emoção e incerteza estavam ao rubro com três pilotos, João Barros, Renato Silva e Jorge Leite, completamente empatados em pontos o que deixava antever uma excelente terceira manga.

 

Com tudo preparado para o início da terceira ronda do dia na equipa da PentaControl surgia uma preocupação com a moto de Renato Silva a ter problemas quando ainda se estava na volta de apresentação. No entanto o piloto da TM não baixou os braços e apresentou-se no arranque que teve Dércio Gouveia como o mais rápido a chegar à curva, mas João Barros como líder na saída da mesma. Aproveitando da melhor maneira a excelente posição em que se encontrava, Barros imprimiu desde logo um ritmo incapaz de igualar pelos adversários abrindo de imediato um fosso considerável que o deixava descansado no comando da corrida. Por seu turno o colega de equipa Renato Silva, depois de sair na cauda do pelotão no arranque, entrou na zona de assistência ainda na primeira volta para resolver o problema mecânico da sua moto entrando novamente em pista quando já tinha duas voltas de atraso mas nunca baixando os braços em busca da melhor posição possível para amealhar os pontos necessários para segurar a liderança coletiva da PentaControl. Relativamente ao terceiro piloto que se encontrava na discussão do triunfo individual, Jorge Leite, acabou por ter um mau arranque que o colocava somente em sétimo na primeira volta obrigando-o assim a recuperar muitos lugares para os oponentes. A sua determinação acabou por dar resultado pois a meio da corrida subiu mesmo a segundo ao ultrapassar o açoriano Abel Carreiro, partindo em busca de Barros na luta pela vitória. Apesar de ganhar muito tempo para o seu oponente à medida que o tempo se esgotava, o esforço de Leite não o levou além do segundo posto pois Barros controlava perfeitamente o avanço que trazia sobre o jovem da Honda. Depois de realizar uma excelente terceira manga o último lugar do pódio acabaria por ser ocupado pelo açoriano Abel Carreiro, piloto este que rodou em segundo nas voltas iniciais para ser suplantado pelo madeirense Dércio Gouveia à terceira volta, respondendo logo de seguida voltando ao segundo posto de onde só seria desalojado por Jorge Leite a quem não conseguiu dar réplica. Quem também não conseguiu dar mais réplica foi Gouveia que depois de descer a quarto na quarta volta viu os seus adversários ganharem distância imprimindo dessa forma um ritmo bastante constante que o levavam até à bandeira de xadrez sem qualquer percalço. Problemas foi o que também desta vez não assolou Max Ferraz já que o piloto da KTM surgia em terceiro na primeira volta, acabando por claudicar somente para os pilotos que terminaram imediatamente à sua frente e cuja experiência nestes eventos é mais vasta, realizando assim uma corrida solitária e descansada que garantia definitivamente o triunfo coletiva da equipa PentaControl. Agora quem estava definitivamente inspirada nesta última corrida era a esquadra da Madeira já que Vitor Freitas e João Melim foram os pilotos que se seguiram na tabela classificativa em sexto e sétimo respetivamente depois de se envolverem em várias lutas com pilotos das outras equipas e alguns que participavam de forma individual. Freitas acabou por ter um ligeiro ascendente na parte final da prova que o deixavam à vontade de qualquer ataque adversário, algo que não aconteceu com Melim pois Tiago Monteiro, da equipa do Troféu Norte, vinha a realizar uma boa recuperação após não ter um arranque muito conseguido. Na fase final da prova Monteiro encostou-se mesmo ao oponente da Ilha da Madeira mas acabou por não o conseguir ultrapassar sendo assim o oitavo classificado, adiante de Rui Ribeiro que depois de recuperar algum tempo no início da prova acabou por claudicar nas voltas finais para os oponentes. Já com uma volta de atraso a completar a tabela dos dez mais terminaria o segundo representante do Troféu Norte de nome Paulo Lopes depois de realizar uma prova muito consistente ao longo de todo o tempo.

 

Concluídas as provas do dia chegava o momento de realizar as contas finais em termos coletivos e individuais. Com três pilotos por equipa e nove resultados pontuáveis a PentaControl sagrava-se vencedora com quinze pontos de avanço sobre a equipa da Madeira e mais três sobre a equipa de Sintra. No entanto, e tal como se encontra estipulado em regulamento, os dois piores resultados de cada equipa não contam para os resultados coletivos o que deu assim uma vitória por parte da PentaControl com vinte pontos de avanço sobre a equipa de Sintra que, por sua vez, levou a melhor sobre os representantes da Madeira por somente um ponto. A completar a tabela coletiva o Team Mx Ribatejo seria o quarto colocado, o Team Açores o quinto e o Team do Troféu Norte o sexto. Em termos individuais a vitória na terceira manga de João Barros garantiu-lhe igualmente o triunfo individual absoluto sobre Jorge Leite por somente um ponto, ficando o último lugar do pódio entregue ao açoriano Abel Carreiro. Dércio Gouveia seria o quarto colocado final em termos individuais enquanto que o azarado Renato Silva, depois de estar na luta pelo triunfo, não conseguia melhor que o quinto posto.

 

Concluído que estava mais este evento era hora de arrumar tudo e começar a pensar já na edição de 2018 que se realizará em Alqueidão a cargo da equipa do Regional Mx Ribatejo. Como habitual a PentaControl seguramente estará presente focada no triunfo coletivo e individual, procurando assim tornar-se na primeira Região a obter a vitória fora de casa. Relativamente à edição de 2017 só nos resta agradecer a todos os que conosco colaboraram para que este fosse um evento cheio de sucesso, assim como a todos os pilotos sem exceção que abrilhantaram o fim de semana de Lustosa. Mas como não só de graúdos se fez a festa, nos próximos dias falaremos também um pouco do espetáculo dado pelos pilotos mais jovens. Até lá.

 

 

TEAM PENTACONTROL - 1º LUGAR COLETIVO      

                João Barros - 1º Lugar                                   Renato Silva - 5º Lugar                                    Max Ferraz - 11º Lugar

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TEAM SINTRA MX - 2º LUGAR COLETIVO

                Jorge Leite - 2º Lugar                                     Daniel Paiva - 9º Lugar                                 Diogo Martinho - 13º Lugar

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TEAM MADEIRA - 3º LUGAR COLETIVO

             Dércio Gouveia - 4º Lugar                                Vitor Freitas - 6º Lugar                                    João Melim - 10º Lugar

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TEAM MX RIBATEJO - 4º LUGAR COLETIVO      

 

                Marco Silva - 8º Lugar                                   Ricardo Aires - 15º Lugar                             David Silva - Não Participou

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TEAM AÇORES - 5º LUGAR COLETIVO

(nota: infelizmente não dispomos de fotos de Luis Raposo e Henrique Benevides)      

 

                                                                                            Abel Carreiro - 3º Lugar                             

                                                                              lustosa3 2017-regioes 917 1

 

TEAM TROFÉU NORTE - 6º LUGAR COLETIVO      

 

               Paulo Lopes - 12º Lugar                              Rodolfo Castro - 14º Lugar                             Tiago Monteiro - 16º Lugar

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PARTICIPAÇÕES INDIVIDUAIS      

 

                 Rui Ribeiro - 7º Lugar                              Francisco Pacheco - 17º Lugar                          Octávio Sousa - 18º Lugar

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            Eduardo Rocha - 19º Lugar                              Ricardo Pinto - 20º Lugar                               Vitor Mendes - 21º Lugar

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              Juan Crispin - 22º Lugar                              Ricardo Pacheco - 23º Lugar                       Edgar Almeida - Não Participou

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