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Próxima Prova

2017 01.01.2018 08:00 -19 Dias

INFORMAÇÃO

Reportagem Valpaços 2017 Regional Promoção - Max Ferraz Não Se Contenta Com Título E Obtém Novo Triunfo

Vinte e seis concorrentes deslocaram-se até Trás Os Montes para a tradicional corrida de Mx inserida nas festas da cidade de Valpaços, evento que arrasta sempre muitas pessoas para assistir a esta modalidade. O sol e o calor também não quiseram faltar e abrilhantaram ainda mais o dia e as constantes lutas que se iam desenrolando ao longo do traçado nortenho.

 

Como habitual a parte da manhã de domingo ficou reservada para as inscrições e verificações técnicas das motos assim como as sessões de treinos, livres e cronometradas. A jogar em casa Jorge Conde começou por ser o mais rápido ao rubricar a melhor volta nos treinos livres adiante de Max Ferraz e Tiago Monteiro, no entanto na sessão mais importante, a cronometrada, Ferraz cilindrou completamente a concorrência ao ser mais rápido quatro segundos que o segundo colocado Francisco Pacheco e mais ainda sobre Eduardo Rocha e Jorge Conde que aqui não foi além de quarto.

 

Terminados os treinos foi hora de retemperar as forças durante a hora do almoço e preparar para o início da primeira manga do dia. Assim que a grelha de partida baixou as lutas começaram pelo holeshot com Max Ferraz e Rodolfo Castro a sairem lado a lado no primeiro obstáculo da pista. Ferraz acabou por se superiorizar à restante concorrência e colocou-se no comando das operações até que foi mostrada a bandeira de xadrez e a superioridade foi tal que, volta após volta, deixou a perseguição para trás realizando a sua melhor volta com menos três segundos que a segunda melhor volta ao circuito. Pelo segundo posto a história já foi bem diferente pois apesar do bom início Rodolfo Castro não ia além do terceiro posto na primeira volta atrás de Francisco Pacheco e adiante de Jorge Conde que procurava obter a vitória em casa para oferecer aos muitos apoiantes que aí se encontravam. Apesar de estar a apresentar um bom andamento Pacheco também não conseguiu aguentar muito tempo a pressão e na segunda volta cometia um erro que o relegava para baixo da décima posição entregando a luta do pódio a um grupo de pilotos que procuravam chegar mais acima. Rodolfo Castro aproveitava o erro do adversário para herder o segundo posto adiante de Jorge Conde, mas a sua resistência apenas durou até à quinta volta pois nesse momento o oponente subiu na classificação e começou a ganhar uma pequena margem sobre a perseguição que lhe garantiu no final o segundo posto de forma confortável. Após ser ultrapassado Castro não podia baixar os braços pois a concorrência era feroz e vinha em grande ascendente já que Tiago Monteiro com um mau arranque e Francisco Pacheco com a queda sofrida, vinham em grande recuperando lugares por cada volta que passavam na linha da meta. Os seus esforços acabaram por ser mesmo recompensados com Monteiro a subir ao terceiro posto a três voltas do fim e Pacheco a lograr o mesmo na última passagem pela linha de meta terminando assim com a quarta marca desta primeira manga. Apesar da quebra sentida Castro terminaria assim na quinta posição, uma boa classificação mesmo assim tendo em conta o objetivo principal deste piloto que tentava segurar o terceiro lugar do Campeonato que ocupava até esta prova. Igualmente em bom plano mas já afastado do grupo citado ficaria David Santos, ele que não tendo dos melhores arranques fez um forcing inicial para subir na classificação logo nas primeiras voltas, envolvendo-se depois em contendas com outros adversários aos quais acabaria por levar a melhor e terminar na sexta marca final na frente de Ricardo Gonçalves. A lutar pelos lugares do pódio no final do Campeonato, Gonçalves começou esta primeira manga dentro dos primeiros lugares e parecia capaz de guerrear com os pilotos que seguiam à sua frente de modo a amealhar pontos suficientes para ir mais além. No entanto com o passar do tempo o piloto da Honda foi perdendo o comboio para quem seguia à sua frente e acabou por rodar grande parte da prova com o piloto da Yamaha acabando por não se superiorizar a este não indo além da sétima posição. Bem mais descansado ao longo da prova andou Vitor Novais que seria o oitavo colocado no final, aliás classificação que não variou muito para este piloto que aos poucos foi-se desenvencilhando da concorrência e terminou a prova completamente isolado dos demais pilotos. Sempre exímio nos arranque Eduardo Rocha não iría além da nona posição após perder muito tempo à medida que o tempo de corrida se ia esgotando, deixando próximo de si Filipe Miranda que realizou uma corrida calma depois de recuperar alguns postos na fase inicial da prova.

 

A segunda manga do dia teve muito menos história em termos de lugares iniciais, no entanto o holeshot é sempre ponto de interesse. Max Ferraz voltou a ser um dos envolvidos nesta luta mas desta feita tinha a companhia na zona interior da pista da parte de Ricardo Pacheco, piloto que em rondas anteriores já mostrou alguma apetência para esta fase das provas. Desde logo Ferraz lançou-se para a dianteira da prova de onde não mais seria desalojado com o tempo para o segundo colocado a dilatar-se volta atrás de volta até que foi mostrada a bandeira de xadrez e a diferença se cifrava em mais de vinte e cinco segundos. Da mesma maneira desde o início Jorge Conde se instalou no segundo posto da prova em que conseguiria terminar, aproveitando da melhor forma a margem obtida nas primeiras voltas sobre Eduardo Rocha e Francisco Pacheco um pouco mais tarde. De facto só à quarta passagem pela linha de meta é que Pacheco conseguia levar a melhor sobre os opositores, no entanto já era tarde para conseguir recuperar o tempo perdido para a liderança da prova e dessa forma teria mesmo de se contentar com o último lugar do pódio. Mais rápido do que na primeira manga andou Ricardo Gonçalves ao conseguir atingir a quarta marca, mesmo não tendo um dos melhores arranques do pelotão. Realmente o piloto da Honda era somente oitavo na primeira volta, mas tudo tinha de fazer para subir na tabela em busca dos pontos necessários para subir no Campeonato e, através de um forcing na primeira volta, subia até quinto onde se manteria até três voltas do fim, altura em que atacava igualmente Eduardo Rocha para subir mais um posto. Já Rocha voltava a ter um excelente arranque e era terceiro nas três primeiras voltas, no entanto aos poucos voltava a perder ritmo e acabaria mesmo por descer até ao quinto lugar. Tarefas semelhantes tiveram David Santos e Rodolfo Castro depois de realizarem um mau arranque que os colocava na segunda metade da tabela nas primeiras voltas, obrigando ambos os pilotos a tarefas redobradas para subir na classificação. Ao longo da manga Castro foi levando a melhor sobre o oponente até que a duas voltas do término Santos lançava um ataque decisivo que lhe entregavam o sexto lugar relegando Castro somente para sétimo. Depois de uma boa prestação inicial Tiago Monteiro voltava a pecar no início da segunda manga ao realizar um mau arranque que o deixavam na segunda metade da tabela na primeira volta, obrigando o piloto da Kawasaki a esforço redobrado para subir na classificação e que o levariam até oitavo a duas voltas do fim por troca com Ricardo Pinto. Já no que diz respeito a este piloto da Husqvarna teve uma prestação de alguns altos e baixos pois apesar de ser apenas nono na primeira volta ainda conseguiu subir até sexto a meio da prova, acabando no entanto por não aguentar o pressing dos oponentes vindo a descer novamente até ao nono lugar em que terminaria, deixando atrás de si Rúben Gonzalez que não teve grandes variações em termos de classificação ao longo da corrida.

 

Depois de duas mangas intensas com lutas ao longo de toda a tabela chegava o momento da terceira e última manga do dia e do ano. Como não há duas sem três nesta terceira corrida Max Ferraz voltou a colocar-se no comando das operações logo na primeira volta e repetiu o domínio anterior pois foi-se distanciando da perseguição por cada volta completa que o colocavam completamente à vontade no momento em que lhe foi mostrada a bandeira de xadrez. Da mesma maneira, e apesar de ser somente terceiro na primeira volta, depressa Francisco Pacheco passou ao ataque para subir ao lugar intermédio do pódio de onde não mais seria retirado, entregando o terceiro posto a Jorge Conde que não teve dos melhores inícios e foi obrigado a recuperar algum tempo perdido. Contudo a distância já era substancial para quem seguia à frente e dessa forma Conde tinha de se contentar com o terceiro posto na frente do duo que lutava pelo terceiro posto no Campeonato. Sexto na primeira passagem pela linha de meta Ricardo Gonçalves procurou manter-se na luta com os pilotos que seguiam à sua frente e foi mesmo subindo na classificação para se instalar definitivamente em quarto a três voltas do final por troca com Rodolfo Castro que perdeu um pouco do fulgor inicial que o punha em segundo na primeira passagem pela linha de meta, acabando aos bocados por claudicar ao ataques de quem o perseguia. Desta forma ficava a dúvida quem seria o terceiro do Campeonato tendo em atenção a margem reduzida que existia entre estes dois concorrentes. Mas regressando à corrida, David Santos voltava a ter uma boa prestação ao concluir na sexta posição depois de ter uma prova solitária e consistente, não dando qualquer oportunidade de aproximação a Tiago Monteiro que, uma vez mais, vinha em recuperação depois de ter realizado um mau arranque. Somente a duas voltas do fim é que o piloto da Kawasaki viu o seu esforço mais recompensado ao subir a sétimo depois de ultrapassar Eduardo Rocha que voltou a perder alguns lugares por não conseguir aguentar fisicamente o ritmo dos oponentes. No entanto não foi só de Monteiro que Rocha tinha de se precaver pois também Ricardo Pinto rodava muito próximo em busca de melhores lugares, mas acabou por nunca conseguir levar a melhor sobre o seu adversário da Yamaha. Novamente consistente ao longo da corrida Rúben Gonzalez seria o décimo colocado mas já bastante afastado de toda a concorrência, seja a que ia à sua frente seja a que a perseguia.

 

Concluída que estava mais uma corrida chegava o momento de fazer as tão aguardadas contas finais. Em termos de geral da prova Max Ferraz voltou a ter um dia perfeito concluindo no lugar mais alto do pódio adiante do piloto da casa Jorge Conde e de Francisco Pacheco. Nas contas seguintes Ricardo Gonçalves levaria a melhor sobre Tiago Monteiro e o seu principal opositor Rodolfo Castro. No que ao Campeonato diz respeito Max Ferraz já tinha o ceptro garantido desde a ronda anterior mas pelas posições seguintes a indefinição imperava. À entrada para esta prova Jorge Conde encontrava-se bem colocado para ser o segundo classificado e acabou mesmo por não deixar fugir esse posto. Já pelo terceiro lugar as diferenças eram reduzidas entre Rodolfo Castro, Ricardo Gonçalves e Tiago Monteiro. Apesar de ter levado a melhor no dia Gonçalves não amealhou os pontos suficientes entregando assim o último lugar do pódio a Rodolfo Castro por apenas três pontos, cabendo a quinta marca a Monteiro mas já atrasado em treze pontos face ao quarto colocado Ricardo Gonçalves.

 

2016 foi uma excelente época de corridas com muitos pilotos a marcarem presença nos eventos, muito público a marcar presença para assistir ao espetáculo e seis rondas em que todos os intervenientes tudo fizeram para ser um grande ano de Mx. Por parte da PentaControl agradecemos a todos pelo vosso esforço e presença, na esperança de que 2017 seja ainda melhor a todos os níveis. Até lá.

 

           1º Classificado - Max Ferraz                         2º Classificado - Jorge Conde                   3º Classificado - Francisco Pacheco

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