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    sábado, 26 agosto 2017 08:00
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Próxima Prova

Alqueidão 15.10.2017 08:00 21 Dias

INFORMAÇÃO

Reportagem Tarouca 2017 Regional Promoção - Coroação Antecipada De Max Ferraz Em Mais Um Dia De Domínio

Entre pilotos federados e hobby foram vinte e dois os participantes na classe Promoção que tiveram a oportunidade de estrear o Complexo Motorizado Agostinho Cardoso "Makito", um circuito situado no alto da Serra de Santa Helena e que permitia uma visão completa a toda a extensão do traçado. Com uma bonita moldura humana a abrilhantar ainda mais o excelente trabalho realizado pelo Clube Motorizado de Tarouca pode-se concluir que foi uma excelente estreia e que pede a continuação nos anos que se seguem.

 

Falando do que realmente se passou dentro de pista, como é normal neste Campeonato, durante a manhã foram realizadas as necessárias verificações técnicas tendo-se seguido duas sessões de treinos que permitiam aos pilotos tomarem o pulso à pista e definir igualmente a ordem de entrada na grelha para as corridas da tarde. Dando sequência ao domínio quase completo que tem exercido ao longo deste ano Max Ferraz ambientou-se bem à pista de Tarouca e começou logo a deixar em sentido todos os adversários ao rubricar as melhores voltas em ambas as sessões de treino relegando o regressado Jorge Conde para o posto imediatamente a seguir mas a uma distância já considerável. Mais equilibrados andavam os pilotos que se situavam de seguida cabendo a Tiago Monteiro, Ricardo Pinto e Rodolfo Castro o encerramento do top 5 nos treinos mais importantes que eram os cronometrados.

 

Terminada a hora de almoço chegava o momento das tão aguardadas corridas da tarde e assim que a grelha de partida baixou para o início da primeira manga Jorge Conde lançou-se para o comando de onde não seria desalojado durante as primeiras quatro voltas apesar da constante pressão exercida por Max Ferraz. Como diz o ditado "tantas vezes o cântaro vai à fonte até que parte" também Conde acabou por sucumbir às investidas de Ferraz no decorrer da quinta volta e a partir desse momento ambos os pilotos realizaram uma corrida solitária com o líder a ganhar tempo volta para volta até à amostragem da bandeira axadrezada. Pelos postos seguintes a história foi diferente pois vários pilotos degladiaram-se durante todo o tempo com constantes trocas de posição entre si na busca de melhores lugares. Quem desse grupo melhor se saiu foi David Gonzalez que foi mantendo toda a concorrência atrás de si do início ao fim da prova, deixando logo atrás de si Ricardo Gonçalves que, depois de começar na retaguarda deste grupo, foi subindo ao poucos na tabela para alcançar a quarta marca final. Também a não começar muito bem esteve Tiago Monteiro que era somente décimo na primeira volta, no entanto a sua perseverança levou-o até ao quarto posto que acabaria por perder na última volta para o seu adversário já citado tendo assim de se contentar com o quinto posto. A começar em sexto e a terminar no mesmo lugar ficou Rúben Gonzalez, mas não sem que antes ainda tenha rodado em quarto mostrando-se contudo, na fase final da prova, incapaz de conter o ritmo mais forte apresentado pela concorrência mais direta. À semelhança do que tem acontecido nas rondas anteriores também nesta Celso Moreira intrometeu-se nas lutas pelas posições cimeiras para concluir na sétima marca adiante de Eduardo Rocha que, apesar de ter arrancado nos lugares do pódio, foi perdendo o fulgor com o passar do tempo para ser o oitavo colocado. A concluir o top 10 e dentro do mesmo segundo de Rocha terminariam Filipe Miranda e André Guimarães depois de andarem muito próximos entre si desde o início até ao final desta primeira corrida.

 

No que à segunda manga diz respeito os protagonistas principais repetiram-se e a luta pelo holeshot centrou-se novamente em Max Ferraz e Jorge Conde. No entanto desta feita foi o piloto da KTM quem levou a melhor colocando-se de imediato na liderança de onde não mais seria desalojado concluíndo com uma margem de quase meia pista para o seu principal adversário que, também ele, realizou uma corrida solitária limitando-se a controlar o ritmo e o avanço que trazia sobre os perseguidores. Apesar de ter arrancado no meio do pelotão Ricardo Gonçalves conseguiu ser mais forte e consistente nesta corrida e depois de ser quinto na primeira volta foi pressionando os seus oponentes até subir a terceiro à quarta volta beneficiando da desistência de David Gonzalez que ocupava esse posto na altura em que sofreu uma queda, ficando assim o piloto da Honda mais à vontade para atingir o último lugar do pódio. Contudo este piloto não podia esmorecer pois um pouco mais atrás vinha novo grupo de pilotos que repetiam as guerras da primeira prova acabando por levar a melhor Rúben Gonzalez após garantir meia dúzia de segundos de avanço a meio da manga que depois foi gerindo até que lhe foi amostrada a bandeira axadrezada. Igualmente em melhor plano andaram Celso Moreira e Ricardo Pinto ao serem o quinto e sexto respetivamente depois de trocarem de lugar por variadas vezes com os restantes pilotos, acabando o escalonamento por só ficar definido na última volta quando Pinto ultrapassou Eduardo Rocha que desta feita, mesmo não tendo realizado um bom arranque, conseguiu subir até quinto para nas últimas voltas esmorecer um pouco. Quem realizou um excelente arranque foi André Guimarães que era quarto na passagem pela linha de meta na primeira volta, acabando por perder o fulgor inicial aos poucos para se instalar definitivamente em oitavo a meio da corrida para nunca mais daí ser retirado. Consistência é a palavra que melhor se adequa a Filipe Miranda após concluir em nono, aliás posto que pouco variou pois mesmo tendo iniciado em décimo à quarta volta já tinha passado um oponente para nunca mais ser incomodado tal era o avanço que trazia da concorrência. A completar o top 10 e muito abaixo do apresentado na manga inaugural ficou Tiago Monteiro que saiu prejudicado do arranque ao sofrer uma queda logo na primeira curva e que o deixava em último da tabela. No entanto a sua tenacidade fez-se notar e ainda conseguiu ultrapassar metade do pelotão presente.

 

Para a terceira manga a luta pelo holeshot ficou a cargo de Max Ferraz e Ricardo Pacheco, mas foi mesmo o primeiro quem saiu na dianteira para nunca mais ser importunado até final. O domínio do piloto da KTM foi de tal modo evidente que o segundo colocado terminaria a mais de um minuto de diferença o que espelha bem o sucedido em pista e ao longo do ano. Quem conseguia terminar no segundo posto no final foi o repetente Jorge Conde, mas desta vez o piloto da Husqvarna teve de suar para ascender na tabela. De facto este piloto teve nesta última corrida do dia o pior início da tarde e à passagem pela linha de meta na primeira volta era somente quinto colocado, aplicando-se de imediato ao máximo para ultrapassar os adversários e assim atingir a segunda marca que chamou a si durante todo o evento. No entanto, se julgam que a tarefa de Conde foi facilitada desde que subiu a segundo estão redondamente enganados já que a distância para os perseguidores era de tal forma reduzida que no final menos de oito segundos separaram o segundo do sexto. Várias trocas foram surgindo ao longo do tempo e só mesmo com o aproximar das últimas voltas é que se começaram a definir as posições com Celso Moreira a ter a sua melhor prestação do ano até ao momento ao terminar em terceiro logo adiante de Ricardo Gonçalves, eles que aos poucos recuperaram o tempo perdido para os adversários na primeira volta e instalaram-se definitivamente em terceiro e quarto a duas voltas do término por troca com Eduardo Rocha que foi dos melhores no arranque e por aí se foi mantendo até próximo do fim para ser quinto. À semelhança das duas primeiras mangas também nesta Rúben Gonzalez conseguiu andar rápido ao envolver-se nas lutas cimeiras, não conseguindo no entando melhor que o sexto posto onde rodou desde que faltavam quatro voltas para ser mostrada a bandeira de xadrez. Quem não variou na tabela classificativa foi Tiago Monteiro ao rodar em sétimo todo o tempo apesar da pressão inicial dos oponentes, acabando por deixar para trás André Guimarães e Ricardo Pinto que rodaram todo o tempo juntos na busca de melhores posições. Depois de lutar pelo holeshot Ricardo Pacheco foi claudicando perante o andamento mais forte dos adversários acabando por chamar a si o encerramento do top 10.

 

Concluido o dia e feitas as contas finais era hora de chamar os mais fortes ao pódio final e, como seria de esperar, os lugares mais altos foram ocupados por Max Ferraz e Jorge Conde, cabendo a Ricardo Gonçalves o terceiro posto adiante de Celso Moreira e Rúben Gonzalez. Em termos de pilotos Hobby, o melhor participante desta classe foi Eduardo Rocha e Filipe Miranda que ocupavam o segundo e terceiro posto em termos gerais (o vencedor foi um Hobby participante na classe Elite). Após mais este dia dominante Max Ferraz conseguiu antecipadamente garantir o tão ambicionado ceptro ao ter uma margem superior a cem pontos sobre o segundo colocado Jorge Conde, ele que apesar de ainda não ter a vice liderança assegurada está muito próximo de o conseguir. Mais animada está a luta pelos lugares seguintes com Rodolfo Castro a ocupar o terceiro posto, ele que nesta prova não passou dos treinos, tendo Ricardo Gonçalves em quarto com somente seis pontos de atraso.

 

Terminada esta quinta prova do ano chegava o momento de começar a preparar a corrida de Valpaços no primeiro fim de semana de Setembro, uma paragem habitual e que junta sempre muito público que vibra com as corridas assistidas. Como quase todos os lugares ainda estão por decidir decerto a emoção e o espetáculo não irão faltar pelo que convidamos todos a estar presentes e a deliciaram-se com esta espetacular modalidade.

 

 

           1º Classificado - Max Ferraz                         2º Classificado - Jorge Conde                  3º Classificado - Ricardo Gonçalves

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