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    domingo, 04 junho 2017 08:00
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Próxima Prova

Carrazeda De Ansiães 09.07.2017 08:00 12 Dias

INFORMAÇÃO

Reportagem Lustosa 2017 Regional Elite/Pró - João Barros Volta A Ser Mais Forte Num Dia Completamente Dominado Por Diogo Graça

Com um número superior ao verificado na primeira corrida, vinte e dois no total repartindo vinte pela classe Elite e dois pela Pró, e um traçado que se apresentava em boas condições para a prática da modalidade todos os condimentos estavam reunidos para o Complexo Voltas & Rodas assistir a um excelente espetáculo de Mx à semelhança do que havia acontecido em S. João Da Pesqueira. Todos os principais intervenientes da primeira ronda deslocaram-se até Lustosa para se voltarem a degladiar aos quais se juntaram mais alguns "tubarões" como era o caso de Diogo Graça e José Feijoo na classe Pró e o campeão de 2016 da classe Elite João Oliveira que este ano não se encontra a realizar o Campeonato a tempo inteiro.

 

Como é habitual neste tipo de eventos a manhã de domingo ficou reservada para a realização das duas sessões de treinos, livres e cronometrados, da qual só esta última tinha particular relevância pois era a que definia a ordem de entrada na grelha de partida para as corridas da tarde. Mostrando o porquê de estar na luta pelos títulos nacionais dos últimos anos, Diogo Graça foi o mais rápido ao traçado em ambas as sessões levando sempre a melhor sobre João Oliveira e João Barros. O piloto da Yamaha demonstrava desta forma que, mesmo não fazendo o Campeonato na íntegra, é um piloto a ter em conta nas lutas cimeiras sempre que apareça, tendo no entanto muito concorrência por parte do vencedor da ronda inaugural, o já citado Barros. Apesar de haver diferenças superiores a um segundo entre cada um dos primeiros na sessão cronometrada era de esperar uma excelente tarde de corridas face ao ritmo que era imprimido por todos os participantes.

 

Dada a ordem de arranque para a primeira manga foi possível verificar que todos os principais candidatos à vitória se encontravam entre os postos cimeiros na abordagem à primeira curva, mas quem melhor saiu de lá foi João Barros e João Oliveira que reeditavam assim a luta dos treinos e tentavam desde logo destacar-se da restante concorrência. No entanto se o primeiro ainda se manteve na liderança durante as primeiras três voltas o mesmo já não aconteceu com o piloto da Yamaha pois à primeira passagem pela linha de meta era somente terceiro tendo sido suplantado por José Feijoo. As lutas e algumas trocas de lugar foram-se sucedendo até ao momento que Diogo Graça, quarto na primeira volta, deixava todos os oponentes para trás a partir da quarta volta rumando a uma vitória totalmente descansada e incontestável tal era a diferença de ritmo do piloto da Honda. Com isto Barros, Feijoo e Oliveira ficavam entregues a uma guerra a três mas sem se puderem descuidar pois não muito longe vinham Alexandre Marques e Francisco Salgado a procurar recuperar para se envolverem nessa disputa. Apesar de todas as tentativas Barros conseguiu segurar toda a concorrência atrás de si para ser o segundo no final adiante de Feijoo que, também ele, se soube defender da melhor forma dos ataques dos pilotos que o perseguiam. A denotar falta de ritmo João Oliveira teria de se contentar somente com a quarta posição adiante de Francisco Salgado que só na última volta conseguiu levar a melhor sobre o estreante Alexandre Marques. Bastante abaixo daquilo que mostrou ser capaz na ronda inaugural esteve Gerson Pinto que não conseguia melhor que o sétimo posto depois de alguns altos e baixos durante toda a manga. Contudo um esforço final permitiu-lhe deixar para trás Miguel Peixoto a três voltas do término depois de andar atrás do piloto da Kawasaki durante toda a corrida. De regresso às pistas do Regional esteve André Martins para ser o nono classificado após uma excelente recuperação desde o fundo da tabela saindo penalizado por um mau início de prova. Mais regular mas envolvido em várias lutas esteve José Montero para ser o décimo colocado da primeira manga embora muito pressionado por Rui Magalhães que, também ele, esteve uns furos abaixo do que já mostrou ser capaz.

 

À semelhança da primeira manga também a segunda teve muita disputa pelas melhores posições no arranque na busca do holeshot. No entanto desta feita quem melhor saiu da primeira curva foi João Oliveira que levava trás de si José Feijoo, Francisco Salgado, Gerson Pinto e Filipe Souto praticamente lado a lado. Apesar da pressão exercida logo desde o início Oliveira ainda conseguiu liderar durante a primeira volta mas na segunda passagem pela linha de meta era já Diogo Graça que retomava o comando das operações à semelhança do verificado na manga inicial, voltando a liderar a seu bel prazer deixando toda a concorrência irremediavelmente para trás e incapacitada de aspirar a uma vitória. Quanto aos postos seguintes voltou a ser mais do mesmo com João Oliveira, João Barros e José Feijoo a degladiarem-se entre si embora com poucas trocas de posição, voltando a ser o piloto da KTM a levar a melhor ao ser segundo desde a terceira volta até que lhe foi mostrada a bandeira de xadrez. Mais resistente Oliveira ainda se conseguiu manter em terceiro durante grande parte da corrida e a pressionar o adversário, mas Feijoo nunca baixou os braços até que a quatro voltas do fim lançou mesmo o ataque decisivo que o colocava no último lugar do pódio adiante do piloto da Yamaha. Novamente em bom plano, mesmo tendo sofrido uma pequena queda na segunda volta que o deixava a meio do pelotão, esteve Alexandre Marques ao ocupar a quinta posição depois de recuperar o tempo perdido e de ultrapassar Rui Magalhães que era quinto desde a primeira volta, mostrando assim o piloto da Honda um ritmo mais coincidente com o demonstrado em corridas anteriores. Apesar de andar muito próximo dos pilotos que seguiam à sua frente Gerson Pinto voltou a estar mais lento do que é normal conseguindo mesmo assim ser o sétimo colocado na frente de André Martins que não quis fazer diferente da primeira manga e voltou a ter um péssimo início que o obrigou a recuperar desde a cauda da tabela. Muito consistente esteve Firmino Salazar para ser o nono classificado rodando praticamente sozinho na pista, deixando o fim do top 10 para Francisco Salgado que perdeu muito tempo na primeira volta ao sofrer uma queda que o deixava em último sendo assim forçado a esforço redobrado para atingir as posições cimeiras.

 

Como não há duas sem três João Oliveira, João Barros e José Feijoo voltaram a ser os protagonistas do arranque da terceira manga ao chegarem na frente do pelotão à primeira curva, cabendo a Oliveira o comando inicial. Contudo à primeira passagem pela meta já era Barros quem assumia as operações, mas foi sol de pouca dura pois na segunda volta Diogo Graça, quem mais, foi para a frente de onde não mais o conseguiram tirar pois ganhou tempos volta após volta aos perseguidores mantendo-o a salvo de qualquer contrariedade. Depois de ultrapassado pelo vencedor Barros demonstrou novamente o porquê de ser o líder da classe Elite pois resistiu a todos os ataques de quem o perseguia, acabando mesmo por ganhar uma pequena margem sobre o terceiro colocado muito próximo do final. Também desde a segunda volta Feijoo subiu ao terceiro lugar da corrida de onde não mais o conseguiram tirar apesar da presssão constante exercida por João Oliveira e Francisco Salgado que procurava assim redimir-se do azar da manga anterior. As posições foram-se mantendo inalteradas até que a duas voltas do fim Salgado conseguiu finalmente passar o piloto da Yamaha para ser o quarto colocado, incapaz no entanto de ainda alcançar o terceiro que pertenceu a Feijoo. A denotar uma grande falta de ritmo Oliveira não ia assim além da quinta marca, deixando já bastante afastado Alexandre Marques na sexta posição que foi sua de forma relaxada desde a segunda volta da corrida. Mais consistente esteve André Martins ao arrancar na primeira metade da tabela não tendo de se submeter a tanto esforço para alcançar as posições cimeiras que poderiam ser suas de forma regular, levando mesmo assim a melhor sobre um dos pilotos que segue no topo do Campeonato, Rui Magalhães, que acabou por não resistir às investidas do piloto da Suzuki a três voltas do término da prova. Um pouco mais afastado terminava Miguel Peixoto em nono depois de apresentar um andamento muito consistente, relegando Gerson Pinto para o fim do top 10 depois do piloto da Yamaha se apresentar completamente irreconhecível e incapaz de acompanhar o ritmo dos mais rápidos em pista.

 

Terminada que estava esta segunda ronda era hora de fazer as contas e foi sem surpresas que os lugares mais altos do pódio ficaram entregues a Diogo Graça e João Barros em Pró e Elite respetivamente, após uma corrida perfeita com três vitórias em três possíveis. Se na classe Pró só existia mais um piloto para se apresentar no pódio em segundo, José Feijoo, na classe Elite João Oliveira acabava por somar os pontos necessários para ser o segundo na frente do estreante Alexandre Marques que deu muito boa conta de si. Em termos de Campeonato Elite João Barros leva já uma margem confortável de vinte e nove pontos sobre Francisco Salgado que, por sua vez, tem também dezoito de avanço sobre Gerson Pinto.

 

Concluídas todas as provas do dia chegava a hora de começar a preparar a terceira etapa deste ano que representa uma estreia na localidade de Nelas onde o clube local tudo está a fazer para apresentar as melhores condições aos pilotos. Espetáculo não tem faltado pelo que será de esperar mais um grande dia de Mx que não devem perder.

 

 

          1º Classificado - João Barros                        2º Classificado - João Oliveira                 3º Classificado - Alexandre Marques

lustosa1 2017-elite 89 1    lustosa1 2017-elite 71 1    lustosa1 2017-elite 252 1

 

                      1º Classificado Pró - Diogo Graça                        2º Classificado Pró - José Feijoo

                      lustosa1 2017-pro 3 1                     lustosa1 2017-pro 396 1